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Programa para celular faz uma Coelhinha da Playboy dizer se você é bonito ou feio
Quem não gostaria de impressionar uma Coelhinha da Playboy? Mas você correria o risco de talvez ser criticado e zoado por uma linda mulher? Com o aplicativo para iOS (iPhone, iTouch e iPad) The Rating Game with Playmate of the Year Hope Dworaczyk você pode ter sua aparência avaliada pela belíssima Hope Dworaczyk, a Playmate do ano.
Usando a câmera do seu iPhone para tirar foto, a Coelhinha irá julgá-lo, dando-lhe uma nota de 1 a 10. E depois, se quiser brincar com algum amigo, pode acessar o modo "Joke" (piada) em que ela ficará zoando com a foto publicada fazendo comentários como "você não dá muita sorte com as garotas, né?". Os resultados ainda podem ser compartilhados no Facebook, Twitter, ou por e-mail.
Além desta brincadeira, o programa desenvolvido pela APP possui muitas fotos de Hope Dworaczyk de pouca roupa, para lá de sensual, para delírio dos marmanjos de plantão! Confira abaixo o trailer do app:
Via: Techtudo
Já parou para pensar Como seria o mundo sem o Google?
A principal contribuição do Google para o mundo pós-moderno foi colocar à disposição de qualquer pessoa conectada todo o conteúdo disponível na internet, ao ponto de poder ser alcançado através de uma simples busca. Essa facilidade se tornou tão comum que o verbo googlar foi criado para identificar o ato de utilizar uma ferramenta de busca, não importa qual seja a sua preferida.
Sem o Google, o mundo atual seria muito diferente. Pelo fato da sua principal contribuição ter sido a sua poderosa ferramenta de buscas, a nossa vida seria bem mais complexa, ao ponto de tornar a obtenção de algumas informações simples num verdadeiro martírio.
Você se lembra como fazia para obter o telefone de uma empresa antes do Google? Se você não for muito jovem, com certeza, já deve ter usado uma lista telefônica, aquele calhamaço de páginas com letras miúdas e mais pesada do que o seu notebook.
Grande parte da nossa rotina seguiria esse modelo, nos obrigando a ir a uma biblioteca quando precisássemos fazer um trabalho com referência a um texto antigo e nos privando de qualquer possibilidade de obter informações que não tivessem sido divulgadas pelos meios tradicionais, como detalhes de tratamentos médicos, por exemplo. Antes do Google até mesmo as doenças eram mais complicadas de serem entendidas pelos pacientes por causa da falta de informação.
Isso sem falar na facilidade que é encontrar o caminho para a festa de final de ano da empresa em um sítio fora do município. Quem se lembra do Guia de Ruas? Sem o Google continuaríamos a carregar uma resma de folhas amareladas no porta-luva. Hoje, basta acessar o Google Maps e imprimir apenas o trajeto que lhe interessa!
Muito além da busca
Na esteira da criação da ferramenta de busca vieram outros produtos que também conseguiram revolucionar os seus respectivos mercados e nos tornar ainda mais dependentes dessa empresa.
O Gmail reinventou o mercado de webmails ao oferecer uma forma totalmente diferente de organizar as suas mensagens, trazendo para a sua caixa de entrada todo o poder da busca do Google a fim de encontrar as suas mensagens antigas. Isso sem contar com a oferta de espaço quase que ilimitado em uma época onde a maioria dos seus concorrentes ainda ofereciam no máximo 10MB de armazenamento.
Sem o Gmail ainda estaríamos lutando contra os spams que assolam cada vez mais as nossas caixas postais, além de perder muito tempo categorizando e classificando as mensagens para encontrá-las mais facilmente no futuro. Só de lembrar o trabalho que tínhamos nessa época, dá para entender o porquê ele se tornou uma das maiores ferramentas de e-mail no mundo.
Mas as inovações do Google não param por aí. Além da sua busca poderosa e do seu cliente de e-mail com bastante espaço ele criou um ambiente onde qualquer pessoa poderia passar a lucrar com o conteúdo que disponibilizava online.
O surgimento do Google AdSense foi um dos principais responsáveis pela popularização dos blogs e portais de conteúdo independentes, uma vez que seus editores passaram a contar com uma forma simples de vender anúncios relacionados ao seu conteúdo sem precisar ter nenhum conhecimento técnico. Caso o AdSense não tivesse sido inventado é muito provável que muitos desses sites sequer tivessem sido criados e hoje teríamos uma oferta muito menor de conteúdo de qualidade.
O Google chegou ao ponto em que está atualmente porque conseguiu agrupar uma série de inovações tecnológicas em produtos tão simples de utilizar que chegam a se tornar onipresentes no nosso dia a dia, o que fica ainda mais claro quando tentamos imaginar o quão difícil seria as nossas vidas sem todas as suas funcionalidades.
Foram apenas alguns exemplos frente às dezenas de ferramentas que o Google já apresentou a nossa vida. Muitas ainda virão. Mas, agora diga: que aplicativo do Google vocês não vivem sem?
Via: Techtudo
Redes sociais viciam adolescentes em bebidas e drogas
Segundo pesquisadores, é mais provável que adolescentes que usam redes sociais na Internet, como Facebook e Twitter, fiquem viciados em bebida e drogas.
Cientistas do Centro Nacional de Dependência e Abuso de Substâncias (Casa), da Universidade de Columbia, em Nova York, Estados Unidos, entrevistaram mais de mil jovens com idade entre 12 a 17 anos através de uma enquete online e outras mil por telefone.
Eles descobriram que aqueles que passavam algum tempo em redes sociais todo dia tinham cinco vezes mais chance de fumar do que aqueles que não acessavam a Internet. Eles também foram três vezes mais propensos a beber álcool e têm o dobro da probabilidade de fumar maconha.
A pesquisa sugeriu que isso acontece devido a pressão dos colegas, isso porque 40% entre todos os adolescentes viram fotos de amigos bebendo em sites como Facebook e MySpace. Metade dos jovens disseram ter visto imagens de pessoas bêbadas, desmaiadas ou usando drogas quando eles tinham apenas 13 anos ou menos.
Aqueles que viram essas imagens têm duas vezes mais chances de conseguir álcool em menos de um dia e é muito mais provável de ter amigos e colegas que usam drogas ilegais.
Joseph Califano Jr., fundador e presidente da Casa Columbia e ex- Secretário de Saúde, Educação e Bem-Estar dos Estados Unidos, disse: "a relação de fotos em redes sociais com menores de idade bêbados, desmaiados ou se drogando sugere um aumento de risco ao abuso de substâncias entre adolescente. Pois oferece a confirmação do ditado de que uma imagem vale mais que mil palavras".
"Chegou a hora para aqueles que operam sites como Facebook contenham essas imagens e neguem o
uso para crianças e adolescentes que postam fotos de si mesmas e seus amigos bêbadas ou usando drogas", concluiu.
Via: Techtudo
Cientistas do Centro Nacional de Dependência e Abuso de Substâncias (Casa), da Universidade de Columbia, em Nova York, Estados Unidos, entrevistaram mais de mil jovens com idade entre 12 a 17 anos através de uma enquete online e outras mil por telefone.
Eles descobriram que aqueles que passavam algum tempo em redes sociais todo dia tinham cinco vezes mais chance de fumar do que aqueles que não acessavam a Internet. Eles também foram três vezes mais propensos a beber álcool e têm o dobro da probabilidade de fumar maconha.
A pesquisa sugeriu que isso acontece devido a pressão dos colegas, isso porque 40% entre todos os adolescentes viram fotos de amigos bebendo em sites como Facebook e MySpace. Metade dos jovens disseram ter visto imagens de pessoas bêbadas, desmaiadas ou usando drogas quando eles tinham apenas 13 anos ou menos.
Aqueles que viram essas imagens têm duas vezes mais chances de conseguir álcool em menos de um dia e é muito mais provável de ter amigos e colegas que usam drogas ilegais.
Joseph Califano Jr., fundador e presidente da Casa Columbia e ex- Secretário de Saúde, Educação e Bem-Estar dos Estados Unidos, disse: "a relação de fotos em redes sociais com menores de idade bêbados, desmaiados ou se drogando sugere um aumento de risco ao abuso de substâncias entre adolescente. Pois oferece a confirmação do ditado de que uma imagem vale mais que mil palavras".
"Chegou a hora para aqueles que operam sites como Facebook contenham essas imagens e neguem o
uso para crianças e adolescentes que postam fotos de si mesmas e seus amigos bêbadas ou usando drogas", concluiu.
Via: Techtudo
Vibrador com tecnologia USB é luxo erótico
O pequeno Duet seria apenas mais um vibrador na prateleira não fosse seu diferencial geek. Além das funções básicas, ele ainda satisfaz quando o assunto é armazenar dados. O vibrador chega a comportar até 16GB e pode ser carregado em qualquer porta USB. São quatro opções de vibração, cinco níveis de energia e funcionamento quase silencioso. Essa discrição pode ser vista inclusive no design que de tão alternativo nem parece objeto sexual.
Se deixarmos de lado informações de seu uso prioritário, ele é ainda surpreendente. O corpo de silicone e metal é completamente à prova d’água. Você pode mergulhá-lo até três metros de profundidade, e claro que pode usar no banho. A parte discutível (como se todo o resto não fosse) fica a cargo da memória flash. Levando em conta
que ela seja usada majoritariamente para armazenar conteúdo erótico, vale a reflexão: qual o sentido de
guardar dados se você não pode acessá-los e usar o vibrador ao mesmo tempo?
O Duet atualmente está buscando patrocínio no CKIE, uma incubadora virtual. Caso queira se aventurar nesse universo geek-erótico, você precisará desembolsar $75 pelo modelo base (que custará $140 quando estiver oficialmente à venda), $125 pela memória de 8GB ($190) e $250 ($350) pelo modelo de luxo de 16GB que vem com uma capa dourada.
Via: Techtudo
Se deixarmos de lado informações de seu uso prioritário, ele é ainda surpreendente. O corpo de silicone e metal é completamente à prova d’água. Você pode mergulhá-lo até três metros de profundidade, e claro que pode usar no banho. A parte discutível (como se todo o resto não fosse) fica a cargo da memória flash. Levando em conta
que ela seja usada majoritariamente para armazenar conteúdo erótico, vale a reflexão: qual o sentido de
guardar dados se você não pode acessá-los e usar o vibrador ao mesmo tempo?
O Duet atualmente está buscando patrocínio no CKIE, uma incubadora virtual. Caso queira se aventurar nesse universo geek-erótico, você precisará desembolsar $75 pelo modelo base (que custará $140 quando estiver oficialmente à venda), $125 pela memória de 8GB ($190) e $250 ($350) pelo modelo de luxo de 16GB que vem com uma capa dourada.
Via: Techtudo
Aplicativo para celular elege as melhores posições sexuais
Seguramente o Kama Sutra é uma das primeiras referências quando o assunto é posição sexual. O milenar e famoso livro ganhou, além das prateleiras de todo o mundo, inúmeras versões e adaptações, visando não somente a instrução dos aprendizes, mas também, sua rápida consulta, a exemplo das versões de bolso, que prometiam salvar ou apimentar seus momentos aos quarenta e cinco minutos do segundo tempo.
O universo dos aplicativos para produtos Apple acaba de nos brindar com uma versão bastante equivalente ao consagrado livro indiano: um app capaz de informar quais posições são preferidas por usuários, além de outras vantagens. Além do conteúdo sexual com mais de 300 sugestões de posições, o programinha conta também com acesso protegido por senha, o que traz certa tranquilidade ao usuário.
Batizado como 300+ Best Sex Positions HD, essa ferramenta foi desenvolvida para iPhone, iPod Touch e iPad por Feng Min e já foi baixado por mais de três milhões de usuários, recebendo inúmeras avaliações “cinco estrelas”. Além da proposta ser amplamente interessante à humanidade, a política de bons preços praticados rotineiramente em apps é mantida neste programa, o que ajudou bastante em sua bem sucedida vendagem, já que por US$ 0,99 pode-se ter a enciclopédia sexual em seu dispositivo iOS.
Versões e Updates
A versão paga - 1.3 - é posterior a uma gratuita, que possui a preferência dos usuários por ser mais estável e ter menos erros de língua inglesa. Acredito, entretanto, que essas falhas deverão ser consertadas rapidamente, já que o 300+ Best Sex Positions HD tornou-se um dos maiores projetos de Feng Min, se não o maior.
Para comprar seu Kama Sutra em forma de aplicativo, é preciso atestar ser maior de 17 anos, ter bom conhecimento em inglês e possuir um iPod Touch, iPhone ou iPad com iOS 3.0 ou superior. Clique aqui para baixar.
Se este tipo de solução era o que faltava para transformar sua vida sexual em uma aventura repleta de informações e praticidade, não deixe de testar a versão gratuita deste aplicativo e, se aprová-lo, deixar a versão paga sempre a mão em seu gadget.
O universo dos aplicativos para produtos Apple acaba de nos brindar com uma versão bastante equivalente ao consagrado livro indiano: um app capaz de informar quais posições são preferidas por usuários, além de outras vantagens. Além do conteúdo sexual com mais de 300 sugestões de posições, o programinha conta também com acesso protegido por senha, o que traz certa tranquilidade ao usuário.
Batizado como 300+ Best Sex Positions HD, essa ferramenta foi desenvolvida para iPhone, iPod Touch e iPad por Feng Min e já foi baixado por mais de três milhões de usuários, recebendo inúmeras avaliações “cinco estrelas”. Além da proposta ser amplamente interessante à humanidade, a política de bons preços praticados rotineiramente em apps é mantida neste programa, o que ajudou bastante em sua bem sucedida vendagem, já que por US$ 0,99 pode-se ter a enciclopédia sexual em seu dispositivo iOS.
Versões e Updates
A versão paga - 1.3 - é posterior a uma gratuita, que possui a preferência dos usuários por ser mais estável e ter menos erros de língua inglesa. Acredito, entretanto, que essas falhas deverão ser consertadas rapidamente, já que o 300+ Best Sex Positions HD tornou-se um dos maiores projetos de Feng Min, se não o maior.
Para comprar seu Kama Sutra em forma de aplicativo, é preciso atestar ser maior de 17 anos, ter bom conhecimento em inglês e possuir um iPod Touch, iPhone ou iPad com iOS 3.0 ou superior. Clique aqui para baixar.
Se este tipo de solução era o que faltava para transformar sua vida sexual em uma aventura repleta de informações e praticidade, não deixe de testar a versão gratuita deste aplicativo e, se aprová-lo, deixar a versão paga sempre a mão em seu gadget.
Fonte:
Rede social para amantes estreia no Brasil
Ao entrar no site, a primeira coisa que o usuário vê: uma mulher fazendo sinal de discrição. Ao lado dela, uma caixa de seleção permite definir sexo e faixa etária dos demais usuários. Esse é o Ohhtel, primeira rede social desenvolvida especificamente para quem está em busca de relações extraconjugais. Amantes mesmo, de acordo com a linguagem popular.
Oferecendo “uma maneira discreta de ter um caso”, o Ohhtel teve sua interface traduzida para o nosso português, além de ganhar uma vice-presidente exclusiva para cá — embora ela more na Califórnia, Estados Unidos.
Informações no site dão conta de que há mais de 1 milhão de pessoas cadastradas na rede social, entre homens e mulheres. Inclusive há diversos depoimentos de quem utilizou e aprovou essa forma de procurar amantes.
Como a moralidade do Ohhtel pode ser colocada em dúvida com facilidade, a defesa para esse tipo de acusação está mais do que pronta: segundo seus criadores, trata-se de uma rede social como alternativa para o divórcio. Ela seria bastante útil para quem tem um casamento, com família constituída e tudo mais, mas está privado dos prazeres do sexo.
As mulheres que quiserem participar da rede social pode se cadastrar sem custo nenhum. Os homens, por outro lado, pagam uma taxa que garante o “engajamento pessoal” deles na rede.
O valor é de R$ 60 pelo serviço.
Fonte:
Novidades: Facebook terá conversa por vídeo na rede
Anúncio é em reação ao lançamento da rede social Google+.
Área de bate-papo será redesenhada.
O Facebook anunciou nesta quarta-feira (6) algumas novidades da rede social para os proximos meses de 2011. Entre os destaques está o chat por meio de vídeo e em grupo. A parceria tecnológica foi feita com o Skype e o serviço já está disponível.
O site, que já possui mais de 750 milhões de usuários que compartilham 4 bilhões de "coisas" todos os dias, irá mudar o design da função e incluirá as conversas por meio de vídeo nos próximos dias. Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, disse que a mudança será significativa para os usuários. Para usar o serviço, será necessário instalar um plug-n no PC. A integração do recurso para celulares e tablets ainda não será implementada, segundo a empresa.
Haverá uma mudança de design na área de bate-papo para atender uma demanda do público, permitindo enxergar melhor os amigos que estão on-line para chamar para uma conversa em grupo, por exemplo. As chamadas por meio de vídeo prometem ser bastante simples, bastando clicar no ícone específico para iniciar a conversa.
Tony Bates, CEO do Skype, disse que a medida irá ampliar a base de usuários do produto nos próximos meses e anos. "É uma grande oportunidade de negócios". A Microsoft, que possui 1,4% do Facebook, adquiriu o Skype em maio por US$ 8,5 bilhões.
O bate-papo por meio de vídeo será gratuito e poderá ser feito apenas entre duas pessoas. O usuário precisa ir na página de um amigo e clicar no ícone com o desenho de uma câmera e realizar a chamada, que deve ser aceita pela outra pessoa. "As câmeras não serão acionadas até as duas pessoas aceitarem o início da conversa", disse o CEO do Facebook.
No concorrente Google+, chat com tecnologia pode ser realizado com até dez pessoas ao mesmo tempo. "Acreditamos que assim teremos o melhor serviço em termos de redes sociais", disse Zuckerberg.
"Até dois anos atrás, as pessoas ainda tinham dúvidas se as redes sociais iam ser uma ferramenta ubíqua. Esse capítulo acabou. Não estamos em todos os lugares, mas hoje todo mundo entende que é uma questão de tempo até que bilhões de pessoas estejam em uma mesma rede", disse Zuckerberg. "Nos próximos anos, a métrica do valor de uma rede social não deverá ser mais pelo número de pessoas, mas sim pelo conteúdo que está sendo gerado, pelo tempo que as pessoas estão passando conectadas, no volume de itens compartilhados com seus contatos".
Por conta do grande número de usuários utilizando o sistema de conversas por meio de vídeo do Facebook, algumas pessoas não conseguem utilizar o serviço. Uma mensagem de erro avisa que o programa que permite usar a tecnologia está indisponível.
Área de bate-papo será redesenhada.
O Facebook anunciou nesta quarta-feira (6) algumas novidades da rede social para os proximos meses de 2011. Entre os destaques está o chat por meio de vídeo e em grupo. A parceria tecnológica foi feita com o Skype e o serviço já está disponível.
O site, que já possui mais de 750 milhões de usuários que compartilham 4 bilhões de "coisas" todos os dias, irá mudar o design da função e incluirá as conversas por meio de vídeo nos próximos dias. Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, disse que a mudança será significativa para os usuários. Para usar o serviço, será necessário instalar um plug-n no PC. A integração do recurso para celulares e tablets ainda não será implementada, segundo a empresa.
Haverá uma mudança de design na área de bate-papo para atender uma demanda do público, permitindo enxergar melhor os amigos que estão on-line para chamar para uma conversa em grupo, por exemplo. As chamadas por meio de vídeo prometem ser bastante simples, bastando clicar no ícone específico para iniciar a conversa.
Tony Bates, CEO do Skype, disse que a medida irá ampliar a base de usuários do produto nos próximos meses e anos. "É uma grande oportunidade de negócios". A Microsoft, que possui 1,4% do Facebook, adquiriu o Skype em maio por US$ 8,5 bilhões.
O bate-papo por meio de vídeo será gratuito e poderá ser feito apenas entre duas pessoas. O usuário precisa ir na página de um amigo e clicar no ícone com o desenho de uma câmera e realizar a chamada, que deve ser aceita pela outra pessoa. "As câmeras não serão acionadas até as duas pessoas aceitarem o início da conversa", disse o CEO do Facebook.
No concorrente Google+, chat com tecnologia pode ser realizado com até dez pessoas ao mesmo tempo. "Acreditamos que assim teremos o melhor serviço em termos de redes sociais", disse Zuckerberg.
"Até dois anos atrás, as pessoas ainda tinham dúvidas se as redes sociais iam ser uma ferramenta ubíqua. Esse capítulo acabou. Não estamos em todos os lugares, mas hoje todo mundo entende que é uma questão de tempo até que bilhões de pessoas estejam em uma mesma rede", disse Zuckerberg. "Nos próximos anos, a métrica do valor de uma rede social não deverá ser mais pelo número de pessoas, mas sim pelo conteúdo que está sendo gerado, pelo tempo que as pessoas estão passando conectadas, no volume de itens compartilhados com seus contatos".
Por conta do grande número de usuários utilizando o sistema de conversas por meio de vídeo do Facebook, algumas pessoas não conseguem utilizar o serviço. Uma mensagem de erro avisa que o programa que permite usar a tecnologia está indisponível.
Fonte:
Mercadante diz que pedirá a hackers ajuda para melhorar sites do governo
Aloizio Mercadante afirmou que pretende organizar um 'Hacker's Day'.
Ministro de Ciência e Tecnologia falou em comissão do Senado.
O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, afirmou nesta terça (28), durante reunião da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, que estuda organizar um “Hacker's Day” para reunir jovens com conhecimento em informática para discutir formas de aprimorar a tecnologia dos sites do governo, alvo de ataques virtuais nos últimos dias.
“Vejo que ganhou muita repercussão o que eu disse ontem e quero dizer que vou organizar um ‘Hacker's Day’. Quero fazer um encontro para aprimorar o portal do nosso ministério e vou lançar programa para pensar o MCT e pedir ajuda deles. Esses jovens são talentosos e se dispõem a participar de um ‘Hacker's Day’”, afirmou Mercadante.
O ministro participa de reunião na CAE destinada a tratar das denúncias relacionadas ao suposto envolvimento dele com o caso dos “aloprados”, como ficou conhecido o episódio envolvendo a compra por petistas de um suposto dossiê, em 2006, contra o ex-governador de São Paulo, José Serra. Segundo reportagem da revista "Veja", Mercadante seria um dos "mentores" do episódio, o que ele nega.
O ministro citou os últimos ataques de hackers contra sites de órgãos do governo brasileiro para afirmar que a experiência serviu de alerta para mostrar que o país precisa investir em tecnologia para aprimorar a segurança cibernética.
“Esse episódio mostrou que o Brasil precisa se precaver, foi um recado importante para a gente se preparar, para investir mais em tecnologia e vejo que essa juventude é muito dinâmica, vejo projetos e garagem, é conhecimento novo que temos que dialogar”, disse Mercadante.
Mercadante se limitou a dizer que “irá preparar” o evento com hackers. O ministro não deu detalhes do evento nem especificou prazo para que ele seja realizado.
Ministro de Ciência e Tecnologia falou em comissão do Senado.
O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, afirmou nesta terça (28), durante reunião da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, que estuda organizar um “Hacker's Day” para reunir jovens com conhecimento em informática para discutir formas de aprimorar a tecnologia dos sites do governo, alvo de ataques virtuais nos últimos dias.
“Vejo que ganhou muita repercussão o que eu disse ontem e quero dizer que vou organizar um ‘Hacker's Day’. Quero fazer um encontro para aprimorar o portal do nosso ministério e vou lançar programa para pensar o MCT e pedir ajuda deles. Esses jovens são talentosos e se dispõem a participar de um ‘Hacker's Day’”, afirmou Mercadante.
O ministro participa de reunião na CAE destinada a tratar das denúncias relacionadas ao suposto envolvimento dele com o caso dos “aloprados”, como ficou conhecido o episódio envolvendo a compra por petistas de um suposto dossiê, em 2006, contra o ex-governador de São Paulo, José Serra. Segundo reportagem da revista "Veja", Mercadante seria um dos "mentores" do episódio, o que ele nega.
O ministro citou os últimos ataques de hackers contra sites de órgãos do governo brasileiro para afirmar que a experiência serviu de alerta para mostrar que o país precisa investir em tecnologia para aprimorar a segurança cibernética.
“Esse episódio mostrou que o Brasil precisa se precaver, foi um recado importante para a gente se preparar, para investir mais em tecnologia e vejo que essa juventude é muito dinâmica, vejo projetos e garagem, é conhecimento novo que temos que dialogar”, disse Mercadante.
Mercadante se limitou a dizer que “irá preparar” o evento com hackers. O ministro não deu detalhes do evento nem especificou prazo para que ele seja realizado.
Fonte:
Google anuncia sua nova rede social para concorrer com o Facebook
Google+ traz grupos de amigos em círculos para compartilhar conteúdo.
Função Hangsouts permite abrir salas de bate-papo por meio de vídeo.
O Google anunciou nesta terça-feira (28) sua nova rede social, chamada de Google+. O objetivo é transformar os serviços da empresa em uma grande rede, além de ser uma resposta ao Facebook. A rede ainda está em fase de testes e não há data de lançamento prevista.
A companhia afirma que o objetivo da rede, projeto desenvolvido por mais de um ano por Vic Gundotra, vice-presidente da área social do Google, é permitir que os usuários utilizem suas conexões entre as pessoas na web de modo mais parecido com a vida real. Visualmente, a rede social é dividida em círculos de amizades, permitindo que o usuário arraste seus contatos para o grupo e que compartilhe conteúdos específicos com aquele grupo. Um exemplo é ter um círculo da família e poder compartilhar fotos apenas com eles, e, com amigos de trabalho, poder trocar projetos.
A função Sparks, segundo o Google, faz com que o sistema procure por vídeos e artigos que o usuários possa gostar de ler no tempo livre. Funciona como pequenos recortes de conteúdo para serem assitidos, lidos e compartilhados. O usuário define interesses gerais em uma barra similar à busca do Google e, após assistir ao vídeo, por exemplo, ele pode compartilhar para os amigos, selecionando o grupo desejado.
Na função Hangouts, o objetivo é poder conversar com amigos por meio de vídeo, proporcionando encontros inesperados, segundo o Google. Para usar o recurso, basta o usuário abrir uma sala e avisar o grupo de que está on-line.
A rede social Google+ ainda apresenta outras funções como a Instant Upload, que faz o upload das fotos de um celular diretamente para o site, sem a necessidade de intervenção do usuário, e a Huddle, que transforma as mensagens de texto por meio do celular entre os amigos de um determinado grupo.
Função Hangsouts permite abrir salas de bate-papo por meio de vídeo.
O Google anunciou nesta terça-feira (28) sua nova rede social, chamada de Google+. O objetivo é transformar os serviços da empresa em uma grande rede, além de ser uma resposta ao Facebook. A rede ainda está em fase de testes e não há data de lançamento prevista.
A companhia afirma que o objetivo da rede, projeto desenvolvido por mais de um ano por Vic Gundotra, vice-presidente da área social do Google, é permitir que os usuários utilizem suas conexões entre as pessoas na web de modo mais parecido com a vida real. Visualmente, a rede social é dividida em círculos de amizades, permitindo que o usuário arraste seus contatos para o grupo e que compartilhe conteúdos específicos com aquele grupo. Um exemplo é ter um círculo da família e poder compartilhar fotos apenas com eles, e, com amigos de trabalho, poder trocar projetos.
A função Sparks, segundo o Google, faz com que o sistema procure por vídeos e artigos que o usuários possa gostar de ler no tempo livre. Funciona como pequenos recortes de conteúdo para serem assitidos, lidos e compartilhados. O usuário define interesses gerais em uma barra similar à busca do Google e, após assistir ao vídeo, por exemplo, ele pode compartilhar para os amigos, selecionando o grupo desejado.
Na função Hangouts, o objetivo é poder conversar com amigos por meio de vídeo, proporcionando encontros inesperados, segundo o Google. Para usar o recurso, basta o usuário abrir uma sala e avisar o grupo de que está on-line.
A rede social Google+ ainda apresenta outras funções como a Instant Upload, que faz o upload das fotos de um celular diretamente para o site, sem a necessidade de intervenção do usuário, e a Huddle, que transforma as mensagens de texto por meio do celular entre os amigos de um determinado grupo.
Fonte:
Vírus brasileiro se espalha por chat do Facebook, Twitter e Orkut
Ladrão de senhas se conecta ao serviço de mensagens 'eBuddy'.
Com popularização, ataques irão se concentrar no Facebook, diz analista.
Uma nova praga digital foi criada por brasileiros para se disseminar no Facebook, Twitter, Orkut e Google Talk, segundo uma descoberta da fabricante de antivírus Kaspersky Lab. Quando o vírus é executado no computador, ele baixa vários componentes, entre eles um ladrão de senhas bancárias – comum no Brasil – e também outro que rouba as senhas do usuário nas redes sociais e depois faz o login nos serviços para contaminar os contatos da vítima.
A praga é capaz de se conectar no serviço de mensagem instantânea eBuddy ou na versão “mobile” do Facebook para realizar suas atividades. O link enviado é acompanhado do texto “kkkk comedia demais, vc viu o vídeo do bebado?”. Caso o usuário clique no link, a página tentará infectar o computador por meio de um applet malicioso do Java.
Vírus no Facebook
O analista de vírus Fabio Assolini, da Kaspersky, acredita que outras pragas digitais atacando o Facebook vão aparecer. “A popularização da rede fará com que os ataques passem a ser concentrados no Facebook. Esse será o primeiro de muitos outros que virão”, afirma.
Os vírus brasileiros começaram a se espalhar pelo Orkut em 2006 e pelo MSN em 2005. Diferentemente de algumas das pragas daquela época, que enviavam os links maliciosos diretamente do navegador, este novo vírus encontrado pela Kaspersky faz questão de roubar as senhas do usuário para realizar a atividade maliciosa.
De acordo com a Kaspersky, o vírus não se espalhou muito porque o Facebook foi informado do vírus e está bloqueando as mensagens que contém o link infectado.
Com popularização, ataques irão se concentrar no Facebook, diz analista.
Uma nova praga digital foi criada por brasileiros para se disseminar no Facebook, Twitter, Orkut e Google Talk, segundo uma descoberta da fabricante de antivírus Kaspersky Lab. Quando o vírus é executado no computador, ele baixa vários componentes, entre eles um ladrão de senhas bancárias – comum no Brasil – e também outro que rouba as senhas do usuário nas redes sociais e depois faz o login nos serviços para contaminar os contatos da vítima.
A praga é capaz de se conectar no serviço de mensagem instantânea eBuddy ou na versão “mobile” do Facebook para realizar suas atividades. O link enviado é acompanhado do texto “kkkk comedia demais, vc viu o vídeo do bebado?”. Caso o usuário clique no link, a página tentará infectar o computador por meio de um applet malicioso do Java.
Vírus no Facebook
O analista de vírus Fabio Assolini, da Kaspersky, acredita que outras pragas digitais atacando o Facebook vão aparecer. “A popularização da rede fará com que os ataques passem a ser concentrados no Facebook. Esse será o primeiro de muitos outros que virão”, afirma.
Os vírus brasileiros começaram a se espalhar pelo Orkut em 2006 e pelo MSN em 2005. Diferentemente de algumas das pragas daquela época, que enviavam os links maliciosos diretamente do navegador, este novo vírus encontrado pela Kaspersky faz questão de roubar as senhas do usuário para realizar a atividade maliciosa.
De acordo com a Kaspersky, o vírus não se espalhou muito porque o Facebook foi informado do vírus e está bloqueando as mensagens que contém o link infectado.
Fonte:
Top 10: Os maiores hackers da história
É certo que a internet ainda é bastante vulnerável, mas algumas pessoas se destacaram por invadir sites e redes supostamente seguras. Alguns deles por prazer, outros por dinheiro, houve até quem o fizesse por vingança. A única coisa certa é que esses 10 rapazes abaixo já deram muita dor de cabeça por suas ações na internet.
Hoje, a maioria deles já não faz mais parte do "lado negro da força" virtual e trabalham na segurança digital, mas você conhece seus feitos? Conheça os 10 hackers mais famosos da história nessa lista que o TechTudo preparou para você.
10. David L. Smith
Smith é o autor do notório "worm Melissa", responsável por sobrecarregar e tirar do ar vários servidores de e-mail em 1999. Smith foi detido e condenado em 2002 a 10 anos de prisão por ter causado mais de US$80 milhões de prejuízo. A pena chegou a ser reduzida para 20 meses (mais multa de US$ 5 mil) quando Smith aceitou trabalhar com o FBI, logo após sua captura. Inicialmente ele trabalhou 18 horas por semana, mas logo a demanda aumentou, fazendo-o trabalhar 40 horas semanais. Ele foi incumbido de obter conexões entre os autores de vírus novos, mantendo a atenção às vulnerabilidades dos softwares e contribuindo para a captura dos invasores.
9. Robert Morris
Americano, filho do cientista chefe do Centro Nacional de Segurança Computacional dos EUA, Morris foi o responsável pela criação de um vírus que chegou a prejudicar 6 mil computadores em 1988 (cerca de 10% da internet da época), inutilizando-os. Ele foi o primeiro a ser condenado pela lei de Abuso e Fraude de Computadores dos Estados Unidos, mas nem cumpriu a pena. Atualmente ele é considerado o mestre dos criadores de pragas virtuais e está trabalhando como professor efetivo do MIT no Laboratório de Inteligência Artificial.
8. Kevin Poulsen
Seu principal feito aconteceu em 1990, quando Poulsen interceptou todas as linhas telefônicas da estação de rádio KIIS-FM, vencendo assim um concurso realizado pela emissora da Califórnia. O prêmio era um Porche para o 102º ouvinte que telefonasse. Poulsen garantiu seu carro, mas passou 51 meses na prisão. Hoje ele é diretor do site Security Focus e editor da Wired.
7. Onel de Guzman
Criador do famoso vírus "I love you", que era enviado por e-mail com um arquivo anexo chamado "Love-the-letter-for-you". Após a execução, o vírus fazia com que a mensagem fosse enviada para todos os contatos da vítima, e além de se retransmitir, o vírus subscrevia alguns arquivos e infectava vários outros, fazendo com que o malware fosse executado toda vez que a pessoa tentasse abrir um arquivo MP3, por exemplo.
Estima-se que o "I love you" tenha sido enviado a mais de 84 milhões de pessoas, causando um prejuízo total de $8,7 bilhões.
O estudante filipino que enviou o vírus o fez por pura birra, já que tratava-se de um trabalho de faculdade rejeitado. Ele foi absolvido por faltar legislação que envolvesse crimes digitais em seu país, e também por não terem encontrado provas.
6. Vladimir Levin
Formado pela Universidade de Tecnologia de St.Petesburg, Rússia, esse hacker russo foi o cérebro de um ataque aos computadores do Citybank. Com o acesso à rede bancária, ele desviou US$10 milhões de contas de clientes. Foi preso pela Interpol no Aeroporto de Heathrow em 1995.
5. Jon Lech Johansen
Norueguês, Johansen também é conhecido como "DVD John", por ter conseguido burlar a proteção regional inseridas nos DVDs comerciais. Seus pais foram processados em seu lugar, afinal, ele tinha apenas 15 anos, mas foram absolvidos sob a seguinte alegação do juiz: 'como DVDs são objetos mais frágeis do que, por exemplo, livros, as pessoas deveriam ter a possibilidade de fazer uma cópia de segurança para uso pessoal'. Sortudo!
Ao que parece, Johansen trabalha para quebrar os sistemas anticópias do Blu-Ray, os discos que sucederam os DVDs.
4. Jonathan James
Foi o primeiro adolescente a ser preso por crimes digitais nos Estados Unidos, em 1999. Ele invadiu os computadores do Departamento de Defesa dos Estados Unidos e da NASA, aos 15 anos de idade. James suicidou-se em maio de 2008, e junto com o corpo foi encontrada uma carta com 5 páginas, justificando que ele não acreditava mais no sistema judiciário. Isso porque ele estava sendo investigado pelo Serviço Secreto por ter ligação - ao qual ele negava - a um grande roubo de dados de clientes de várias lojas virtuais norte-americanas em 2007.
3. Raphael Gray
O hacker britânico Raphael Gray foi condenado com apenas 19 anos por roubar 23 mil números de cartões de crédito, entre eles um de Bill Gates. Usando dados de cartões de crédito roubados, Gray criou dois sites, o "ecrackers.com" e o "freecreditcards.com", onde publicou informações de cartões de crédito roubados de páginas de e-commerce, incluindo o número que ele alegou ser do cartão de crédito de Bill Gates, com o telefone da casa do milionário. O fato chamou a atenção do FBI, que o "visitou" em março de 1999.
2. Adrian Lamo
O norte-americano de 30 anos se tornou o mais famoso “grey hat hacker” da década passada. Em 2003, invadiu o sistema do jornal The New York Times apenas para incluir a si mesmo na lista de colaboradores. Ele também é conhecido por quebrar uma série de sistemas de alta segurança da rede de computadores, como a da Microsoft, da Yahoo!, da MCI WorldCom, da Excite@Home, e das empresas de telefonia SBC, Ameritech e Cingular.
1. Mitnick
O mais famoso hacker da história. Em 1990, Mitnick invadiu vários computadores de operadoras de telefonia e provedores de internet, além de enganar o FBI e se transformar em um dos cibercriminosos mais procurados da internet (história que chegou até a virar filme). Em 1995 ele foi preso, sendo liberado 5 anos depois após pagar fiança, mas nos primeiros três anos de liberdade não pode conectar-se a internet. Hoje, Mitnick é um consultor de segurança digital, participando inclusive do evento Campus Party 2010 no Brasil.
Hoje, a maioria deles já não faz mais parte do "lado negro da força" virtual e trabalham na segurança digital, mas você conhece seus feitos? Conheça os 10 hackers mais famosos da história nessa lista que o TechTudo preparou para você.
10. David L. Smith
Smith é o autor do notório "worm Melissa", responsável por sobrecarregar e tirar do ar vários servidores de e-mail em 1999. Smith foi detido e condenado em 2002 a 10 anos de prisão por ter causado mais de US$80 milhões de prejuízo. A pena chegou a ser reduzida para 20 meses (mais multa de US$ 5 mil) quando Smith aceitou trabalhar com o FBI, logo após sua captura. Inicialmente ele trabalhou 18 horas por semana, mas logo a demanda aumentou, fazendo-o trabalhar 40 horas semanais. Ele foi incumbido de obter conexões entre os autores de vírus novos, mantendo a atenção às vulnerabilidades dos softwares e contribuindo para a captura dos invasores.
9. Robert Morris
Americano, filho do cientista chefe do Centro Nacional de Segurança Computacional dos EUA, Morris foi o responsável pela criação de um vírus que chegou a prejudicar 6 mil computadores em 1988 (cerca de 10% da internet da época), inutilizando-os. Ele foi o primeiro a ser condenado pela lei de Abuso e Fraude de Computadores dos Estados Unidos, mas nem cumpriu a pena. Atualmente ele é considerado o mestre dos criadores de pragas virtuais e está trabalhando como professor efetivo do MIT no Laboratório de Inteligência Artificial.
8. Kevin Poulsen
Seu principal feito aconteceu em 1990, quando Poulsen interceptou todas as linhas telefônicas da estação de rádio KIIS-FM, vencendo assim um concurso realizado pela emissora da Califórnia. O prêmio era um Porche para o 102º ouvinte que telefonasse. Poulsen garantiu seu carro, mas passou 51 meses na prisão. Hoje ele é diretor do site Security Focus e editor da Wired.
7. Onel de Guzman
Criador do famoso vírus "I love you", que era enviado por e-mail com um arquivo anexo chamado "Love-the-letter-for-you". Após a execução, o vírus fazia com que a mensagem fosse enviada para todos os contatos da vítima, e além de se retransmitir, o vírus subscrevia alguns arquivos e infectava vários outros, fazendo com que o malware fosse executado toda vez que a pessoa tentasse abrir um arquivo MP3, por exemplo.
Estima-se que o "I love you" tenha sido enviado a mais de 84 milhões de pessoas, causando um prejuízo total de $8,7 bilhões.
O estudante filipino que enviou o vírus o fez por pura birra, já que tratava-se de um trabalho de faculdade rejeitado. Ele foi absolvido por faltar legislação que envolvesse crimes digitais em seu país, e também por não terem encontrado provas.
6. Vladimir Levin
Formado pela Universidade de Tecnologia de St.Petesburg, Rússia, esse hacker russo foi o cérebro de um ataque aos computadores do Citybank. Com o acesso à rede bancária, ele desviou US$10 milhões de contas de clientes. Foi preso pela Interpol no Aeroporto de Heathrow em 1995.
5. Jon Lech Johansen
Norueguês, Johansen também é conhecido como "DVD John", por ter conseguido burlar a proteção regional inseridas nos DVDs comerciais. Seus pais foram processados em seu lugar, afinal, ele tinha apenas 15 anos, mas foram absolvidos sob a seguinte alegação do juiz: 'como DVDs são objetos mais frágeis do que, por exemplo, livros, as pessoas deveriam ter a possibilidade de fazer uma cópia de segurança para uso pessoal'. Sortudo!
Ao que parece, Johansen trabalha para quebrar os sistemas anticópias do Blu-Ray, os discos que sucederam os DVDs.
4. Jonathan James
Foi o primeiro adolescente a ser preso por crimes digitais nos Estados Unidos, em 1999. Ele invadiu os computadores do Departamento de Defesa dos Estados Unidos e da NASA, aos 15 anos de idade. James suicidou-se em maio de 2008, e junto com o corpo foi encontrada uma carta com 5 páginas, justificando que ele não acreditava mais no sistema judiciário. Isso porque ele estava sendo investigado pelo Serviço Secreto por ter ligação - ao qual ele negava - a um grande roubo de dados de clientes de várias lojas virtuais norte-americanas em 2007.
3. Raphael Gray
O hacker britânico Raphael Gray foi condenado com apenas 19 anos por roubar 23 mil números de cartões de crédito, entre eles um de Bill Gates. Usando dados de cartões de crédito roubados, Gray criou dois sites, o "ecrackers.com" e o "freecreditcards.com", onde publicou informações de cartões de crédito roubados de páginas de e-commerce, incluindo o número que ele alegou ser do cartão de crédito de Bill Gates, com o telefone da casa do milionário. O fato chamou a atenção do FBI, que o "visitou" em março de 1999.
2. Adrian Lamo
O norte-americano de 30 anos se tornou o mais famoso “grey hat hacker” da década passada. Em 2003, invadiu o sistema do jornal The New York Times apenas para incluir a si mesmo na lista de colaboradores. Ele também é conhecido por quebrar uma série de sistemas de alta segurança da rede de computadores, como a da Microsoft, da Yahoo!, da MCI WorldCom, da Excite@Home, e das empresas de telefonia SBC, Ameritech e Cingular.
1. Mitnick
O mais famoso hacker da história. Em 1990, Mitnick invadiu vários computadores de operadoras de telefonia e provedores de internet, além de enganar o FBI e se transformar em um dos cibercriminosos mais procurados da internet (história que chegou até a virar filme). Em 1995 ele foi preso, sendo liberado 5 anos depois após pagar fiança, mas nos primeiros três anos de liberdade não pode conectar-se a internet. Hoje, Mitnick é um consultor de segurança digital, participando inclusive do evento Campus Party 2010 no Brasil.
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